Afinal, o que é DOR?

Quando batemos o cotovelo em uma quina da parede, ou quando damos aquela topada com o dedinho do pé ou então cortamos o dedo com uma folha de sulfite, nesse momento, impulsos elétricos são enviados para o nosso cérebro que por sua vez, reconhece este comendo e envia como resposta uma sensação incomoda que sentimos instantaneamente como sinal de alerta, este sinal é conhecido como “dor”.

A dor é completamente subjetiva e pessoal, podendo variar de indivíduo para indivíduo. Suponhamos que 2 pessoas totalmente saudáveis sejam expostas ao mesmo estímulo, um beliscão no dorso da mão, a percepção de dor (ou nível da dor) de uma pessoa pode ser completamente diferente da outra, mesmo sendo expostas ao mesmo estímulo e sob as mesmas condições.

Por mais que esteja relacionada há um dano tecidual real ou potencial, o que é doloroso para uns, pode não ser doloroso para outros. Tudo depende de como o cérebro interpreta estes estímulos.

Junior Cigano, lutador de MMA, certa vez relatou em uma matéria para o portal de notícias BOL, que prefere levar vários socos no rosto do que ser picado por uma agulha (coisa que a maioria das mulheres tiram de letra). “Quando vou ao médico digo que prefiro 30 socos na cara a enfiarem esse negócio em mim (agulha)”, e complementa, “Na luta existe a sensação de que eu posso me proteger, mas no consultório estou à mercê do médico e só posso aceitar as determinações dele”, se referindo aos exames de rotina que lutadores de MMA são submetidos de forma rotineira.

A dor apresenta características singulares a cada indivíduo, envolvendo fatores psíquicos, socias e até mesmo culturais. O meio em que vivemos pode alterar por completo a nossa percepção da dor. Quando sofremos uma injúria dolorosa, a reação de um ente querido frente ao ocorrido, pode tornar o incidente muito mais doloroso do que realmente é.

 

Por que sentimos Dor?

Apesar da sensação desagradável que a dor nos propicia, ela é vital para o ser humano. A dor é um sinal de alerta, quando sentimos dor, o estímulo instantâneo que ela provoca é de que nós devemos nos afastar daquilo que a causou.

Já imaginou se não sentíssemos dor ao pisar num prego por exemplo? Nós jamais saberíamos do dano que ele teria causado. Queimaduras graves, fraturas e diversas doenças poderiam ter repercussões catastróficas, podendo levar a problemas mais sérios ou até mesmo a morte.

A dor é, portanto, um mecanismo de defesa do ser humano, sendo considerado um sinal vital tão importante quanto a respiração ou a frequência cardíaca.

Os Nociceptores, são sensores presentes em nossa pele, músculos e ossos, e são responsáveis por transformar o estímulo doloroso em impulso elétrico que será levado até o cérebro causando a sensação da dor. O “Mecanismo da Dor” pode ser dividido em 4 etapas, conforme o esquema a seguir:

Os Diferentes tipos de Dor

A Dor é considerada Aguda, quando tem duração inferior a 12 semanas. Normalmente, a dor aguda é decorrente de lesões teciduais ou processos inflamatórios. Quando a dor se estende além desse período, é considerada Crônica e deverá ser acompanhada de tratamento.

A dor crônica pode provocar uma série de reações que se desenvolvem gradualmente, como: cansaço, distúrbios do sono, diminuição do apetite, perda do paladar, diminuição da libido, constipação intestinal. Tudo isso faz com que a dor tenha impactos sociais à vida do indivíduo, podendo acarretar em problemas familiares, no trabalho e em outros pilares da convivência social.

Há também um terceiro tipo de dor, a dor Recorrente, que é caracterizada por períodos de curta duração que cessam e retornam novamente, podendo se estender ao longo de toda a vida do indivíduo.

A dor crônica ou persistente pode se subdividir em 2 tipos, de acordo com o mecanismo pelo qual foi gerada:

Nociceptiva: Resultante da ação direta dos Nociceptores, em resposta a uma lesão tecidual na pele, músculos ou ossos. O estímulo doloroso poderá ser de origem mecânica, química ou térmica.

Neuropática: Lesão ou doença que tem origem no sistema nervoso periférico ou sistema nervoso central. Quem sofre com a dor neuropática normalmente enfrenta problemas físicos e psicológicos, sendo, portanto, mais difícil de se diagnosticar e tratar.

 

A dor no esporte

Atletas de todas as modalidades têm convívio contínuo com a dor. O Excesso de treino, pouco descanso entre as competições, levam o corpo humano ao limite, estes e outros fatores, geralmente são percursores das dores articulares e crônicas.

Foi cientificamente comprovado, que atletas de modalidades como o MMA, futebol e Rúgbi tem maior tolerância a dor do que atletas de outras modalidades, por estarem em convívio constante com a dor.

Mas alguns desses atletas acabam respondendo de maneira diferente a estes estímulos. Estudos comprovam que a exposição prolongada a dor para alguns indivíduos pode estender ainda mais a sensação de dor a longo prazo. Isso ocorre porque as células do local afetado passam a responder mais rápido aos estímulos dolorosos. Com isso, muitos ex-atletas passam a se queixar de dores nas articulações e outras estruturas como o joelho e coluna, que sofrem atrito constante devido ao esporte.

Atletas também convivem constantemente com a DOMS (Dor Muscular de Inicio Tardio). A DOMS caracteriza-se como a dor que sentimos algumas horas depois da pratica esportiva e podendo permanecer por até 48h após a atividade física. Quando essa dor é intensa ou perdura por longos períodos, pode ser indício de alguma lesão a ser tratada.

Os analgésicos podem até parecer a solução, mas a série de efeitos colaterais provocados e o fato de prejudicar o desenvolvimento da musculatura, costumam levá-los de heróis a vilões, sendo, portanto, melhor utilizados em situações de maior necessidade.

 

É possível medir o nível da dor?

Infelizmente, ainda não existe nenhum equipamento que possa medir ou escalonar o nível da dor. Como dito anteriormente, a dor é pessoal e única, podendo ser interpretada e escalonada de acordo com a percepção de cada indivíduo.

Porém, em consultórios médicos, é utilizado um instrumento (normalmente uma régua) com a escala visual analógica EVA da dor. A escala foi utilizada pela primeira vez por Hayes e Patterson em 1921.

A escala, deve ser lida da esquerda para a direita, de 0 a 10, e é utilizada para rastrear a progressão da dor durante o processo de tratamento do paciente.

 

 

A escala EVA também é utilizada para medir outras sensações, como o humor, apetite, qualidade do sono e etc. Existem evidências conflitantes relacionadas a eficácia da escala EVA, porém, ainda é o método mais utilizado dentro de clínicas e consultórios médicos.

 

Principais causas da dor

Doenças, lesões, progressão da idade, dentre outras causas que podem ser originadas por conta de alguns hábitos do cotidiano, podem trazer consequências sérias a saúde.

Idade – De acordo com a Sociedade Brasileira do Estudo da Dor (SBED), cerca de 2/3 da população idosa sofre com algum tipo de dor. Com o avanço da idade, o corpo fica mais frágil, há perda de musculatura e massa óssea e o sistema imunológico não possui mais a mesma capacidade de proteção contra doenças e infecções. Doenças relacionadas a saúde óssea são extremamente comuns nessa fase da vida.

Alimentação inadequada – A má alimentação pode trazer sérias consequências à saúde, facilitando tanto o surgimento de doenças quanto favorecendo o aparecimento de dores e lesões já existentes. Frituras, embutidos, gorduras, açúcar e o álcool provocam a ação intensificada dos radicais livres e dos processos inflamatórios.

Sedentarismo – A musculatura fica fraca, fica mais difícil de controlar o peso na balança e a energia desaparece. Dores nas costas e membro inferiores podem se tornar recorrentes e outros problemas de saúde podem surgir.

Sobrepeso e Obesidade – Normalmente são associados ao sedentarismo e a má alimentação. Quando ganhamos peso, a musculatura começa a perder a capacidade de sustentar o peso do corpo por si só, podendo provocar dores musculares e articulares, principalmente nos membros inferiores. O ganho de peso também facilita o surgimento de diversas outras doenças, o que torna a obesidade uma das maiores vilãs da saúde.

Exercitar-se da maneira errada – O exercício físico pode ser a solução contra o sedentarismo, porém, se praticarmos a atividade física da maneira equivocada ou levarmos o nosso corpo além do limite, lesões e outros problemas podem surgir com facilidade. Na fase inicial da prática esportiva, a orientação de um profissional é essencial para obtermos melhores resultados e evitar possíveis lesões decorrentes da prática esportiva.

Estresse, ansiedade e distúrbios do sono – Um problema pode levar ao outro, e ambos dificultam o bom funcionamento do organismo. São capazes de elevar a sensibilidade a dor e diminuem a capacidade analgésica natural do cérebro. Estresse, ansiedade e noites mal dormidas também podem favorecer a má alimentação, o sedentarismo e o ganho de peso.

 

Tratamento para a dor

O primeiro passo é identificar a origem da dor para assim, poder trata-la. A medicação se torna crucial para o tratamento, sobretudo, da dor crônica. Outras medidas importantes também podem ser adotas em conjunto com os medicamentos para solucionar o problema.

A terapia medicamentosa pode ser composta analgésicos e anti-inflamatórios, ou até mesmo opioides no caso das dores agudas e crônicas. A despeito da dor crônica, principalmente a neuropática, o paciente pode enfrentar problemas psicológicos por conta da dor incessante, e outros tipos de medicamentos podem ser incluídos na terapia.

Em alguns casos mais graves, dependendo de sua origem, a dor pode permanecer por toda a vida do paciente, e além do auxílio médico, o auxílio psicológico deve ser incluído no tratamento. A impossibilidade de realizar certas atividades e/ou problemas com o convívio social podem além de agravar a dor, gerar outras enfermidades relacionadas a saúde mental.

Atividades que funcionam como terapias alternativas e complementares podem ajudar o tratamento. Além das atividades físicas, as massagens terapêuticas, meditação, e até mesmo a acupuntura podem auxiliar no combate ou na melhora da dor. Mas lembre-se de consultar o seu médico antes de iniciar uma atividade de qualquer espécie.

 

Rephyll – Alívio para a dor (sem efeitos colaterais)

Medicamentos prescritos para o tratamento da dor, como analgésicos, anti-inflamatórios e opioides podem até resolver momentaneamente um problema, mas por apresentarem uma série de efeitos colaterais como dores de estomago, diarreia ou constipação, náuseas, entre muitos outros, acabam se tornando tão incômodos quanto a dor original.

Como alternativa, a Vepakum Farma trouxe com exclusividade REPHYLL® para o mercado brasileiro. REPHYLL® é um Fitocanabinóide, e o β-Cariofileno presente em REPHYLL® se liga seletivamente aos receptores canabinóides CB2, proporcionando o alívio para dor.

Além de possuir propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, REPHYLL® não causa efeitos colaterais, presentes em outros produtos do mercado. REPHYLL® é um produto VEGANO e 100% natural.