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Homeopatia: um cuidado especial para os pacientes.

No dia 21 de novembro, comemora-se o Dia Nacional da Homeopatia, abordagem de cuidado no qual se avalia o paciente a partir da integralidade. Ou seja, diferente da medicina tradicional que avalia os sintomas, diagnostica a doença e prescreve o tratamento, o sistema homeopático vai além e tenta encontra a raiz da doença por meio de uma avaliação de todo equilíbrio do organismo do paciente.

A prática da homeopatia chegou ao Brasil no dia 21 de novembro de 1840, trazida pelo médico francês Jules Benoit Mure. A Homeopatia segue o modelo de atenção centrado na saúde, colocando todas as dimensões do indivíduo no centro desse paradigma. Tem como característica fortalecer o paciente tanto nas suas capacidades biológicas de manutenção da saúde como nas de autocuidado, além de promover a humanização da atenção.

A Homeopatia é uma especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) desde 1980. Por meio dessa especialidade é possível tratar diversas doenças — desde as alergias respiratórias até problemas emocionais. A prática está presente no SUS desde 2006, por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares do SUS. O acesso é feito a partir dos serviços de saúde, tanto em unidades básicas de saúde como em serviços especializado, e até mesmo em hospitais.

 

Quais doenças são tratadas pela homeopatia?

A gama de doenças passíveis de tratamento com essa abordagem é bastante ampla. Mas, essa especialidade desenvolveu uma espécie de tradição no tratamento de algumas condições em especial.

Doenças respiratórias

As rinites alérgicas e demais doenças relacionadas — como bronquite, sinusite e asma — têm sido grandes alvos dessa ciência há décadas. Esse método terapêutico equilibra o organismo, balanceando a reação aos fatores alérgenos. Isso diminui o número de crises e o aparecimento das demais doenças ligadas à alergia.

Problemas emocionais

Estresse, ansiedade, síndrome do pânico e outras condições psicoemocionais também podem ser abordadas por meio da homeopatia. Para esse ramo da medicina, esses problemas são apenas sintomas de questões mais profundas.

Problemas gastrointestinais

Prisões de ventre ou episódios muito frequentes de diarreia, gastrites, úlceras e outros problemas gastrointestinais costumam ter relação com o emocional e com o estresse. A homeopatia auxilia na gestão dessas emoções, equilibrando também a parte digestiva.

Disfunções na tireoide

Nos casos de hipo ou hipertireoidismo, a abordagem pode entrar como um coadjuvante no tratamento. Em alguns casos pode haver diminuição da medicação convencional mas somente após um acompanhamento em conjunto com as demais especialidades.

Sobrepeso e obesidade

Muitos casos de sobrepeso e obesidade têm uma causa emocional, mas também compulsiva. A homeopatia ajuda a diminuir a ansiedade causada pela dependência à comida, tornando mais fácil a adoção de uma dieta saudável e a construção de uma nova relação com os alimentos. Lembrando que não há medicamentos homeopáticos que ajam diretamente na perda de peso.

 

Os benefícios da homeopatia para pets

Enquanto a medicina veterinária convencional apresenta cada vez mais fórmulas e tecnologias para o tratamento das mais diversas doenças presentes na vida dos bichos de estimação, também cresce o desenvolvimento de uma categoria ainda não tão conhecida pelo grande público: a homeopatia para pets.

A homeopatia para pets pode ser usada para tratar complicações sem deixar resíduos químicos; ajudando a manter a proteção do bichinho, evitar a reincidência do problema e retardar o seu desenvolvimento por meio do uso contínuo.

Capaz de tratar complicações que incluem desde problemas comportamentais e infestações de parasitas até insuficiências renais, a homeopatia pet começa a ganhar espaço no mundo da veterinária; tendo a ausência de resíduos químicos e efeitos colaterais como seus principais atrativos.

Os produtos homeopáticos da linha pet podem ser usados tanto como um complemento para remédios alopáticos quanto como forma única de tratamento para uma série de problemas – havendo fórmulas específicas para medicar disfunções renais, dermatológicas, comportamentais e a infestação e contaminação por diferentes parasitas e bactérias. Formulações homeopáticas para a diminuição do estresse é a mais popular entre os consumidores, seguida pelos produtos direcionados para o tratamento de pacientes renais e infectados por pulgas ou carrapatos – sendo que opções para o tratamento de giárdia e até períodos pré-operatórios já existem no mercado.

Os compostos focados em disfunções comportamentais acabam sendo os mais procurados porque ajudam em diferentes aspectos, e podem ser usados para acalmar o pet em situações que envolvem viagens, mudanças de ambiente, períodos em que ele irá passar algum tempo sozinho e até bichinhos muito agitados ou que latem demais.

Uma outra grande vantagem da homeopatia para pets é o fato de que os tratamentos para peixes podem ser feitos sem que haja qualquer tipo de alteração na água do aquário com efeito negativo – preservando a água e os demais organismos aquáticos que habitam o ambiente.

A divulgação dos benefícios desse tipo de tratamento, combinada com medicamentos bem formulados e qualidade de produção, são os primeiros passos para acabar com a má impressão que muitos ainda têm em relação à homeopatia. Até porque, uma vez que há a oportunidade de ver os resultados, o preconceito acaba.

Terapia transdérmica para o tratamento da dor

Conheça os benefícios da terapia transdérmica para alívio da dor

Os avanços da ciência, principalmente nas áreas médica e farmacêutica, nos permitem hoje optar por diferentes formas de tratamento, além dos já tradicionais comprimidos. Uma dessas opções é o tratamento via permeação transdérmica.

Esse sistema já vem sendo bastante utilizado para algumas terapias específicas, principalmente de reposição hormonal, mas começa a ganhar força também em outras áreas, como a veterinária, por exemplo, onde a administração de medicamentos é sempre mais complicada. E justamente por ser mais conveniente e agradável para o paciente é que esse tipo de medicação pode fazer a diferença para diversos outros tratamentos, principalmente quando a pessoa já faz uso de muitos medicamentos tradicionais e precisam de uma outra opção, igualmente eficaz.

Terapias especiais para o tratamento da dor
Atualmente, já é possível encontrar bases que permitem associar um grande número de ativos em uma mesma formulação transdérmica. Além da potencialização do tratamento, esse tipo de terapia possui a vantagem de garantir a liberação dos ativos diretamente na corrente sanguínea, sem passagem pelo sistema gastrointestinal. Com isso, os fármacos não sofrem com a ação do pH ácido do estômago e ainda evitam o chamado “metabolismo de primeira passagem”, quando o fígado extrai e metaboliza algumas substâncias com tanta eficiência que a quantidade que chega à circulação sistêmica é consideravelmente menor do que a quantidade ingerida.

Portanto, de modo geral, podemos dizer que o tratamento transdérmico possui cinco principais vantagens:

1. Melhoria do bem-estar do paciente
Uma vez que várias APIs podem ser combinadas em um único produto, não há mais a necessidade de ingestão de vários medicamentos, com doses múltiplas em diferentes momentos ao longo do dia e da noite. Com isso, evita-se o esquecimento, exclui-se a necessidade do paciente acordar no meio da noite (ou alterar seu horário de dormir) para tomar o medicamento e melhora-se, consequentemente, a efetividade do tratamento. Além disso, é ideal para pacientes com dificuldades para engolir comprimidos.

2. Níveis constantes de fármacos no organismo
Como já explicamos, quando os fármacos são administrados via oral, uma quantidade significativa dele é metabolizada pelo fígado e a quantidade remanescente é continuamente reduzida como resultado dos processos metabólicos do organismo. Como resultado, a quantidade de fármaco realmente disponível para o corpo varia muito ao longo do dia. Em contrapartida, no tratamento transdérmico esse número se mantem constante.

3. Menos efeitos colaterais
As substâncias administradas oralmente podem gerar efeitos colaterais gastrointestinais, como as náuseas e os enjoos, por exemplo. Em alguns casos, esses efeitos colaterais levam o paciente a desistir do tratamento. A absorção transdérmica, por sua vez, reduz significativamente a maioria desses efeitos colaterais. Além disso, muitas substâncias tomadas por via oral são influenciadas pela ingestão ou não de alimentos ao mesmo tempo. Por isso, existem recomendações de medicamentos que devem ser tomados antes ou depois das refeições, por exemplo. No caso dos tratamentos transdérmicos, como o corpo absorve a substância diretamente, isso não é mais necessário.

4. Quantidades mais baixas de ativos
Tanto a biodisponibilidade oral limitada como o metabolismo do fármaco pelo fígado após a administração oral levam o paciente a ingerir uma quantidade significativamente maior de ativos do que realmente seria necessário para o tratamento. Ao usar a medicação por via transdérmica, apenas a quantidade necessária entra no corpo, otimizando a administração.

5. Redução do risco de abuso e dependência
A adesão às terapias transdérmicas é apontada por muitos como uma excelente alternativa para pacientes com risco de abuso e dependência de medicação para dor oral, já que pode ajudar a controlar eficazmente a dor sem a necessidade de narcóticos potencialmente viciantes.

Portanto, se você ainda tinha dúvidas sobre esse tipo de tratamento, tenha sempre em mente: a menos que haja algum fator que impossibilite essa opção (como alergias ou doenças de pele), as formulações transdérmicas são tão seguras quanto as terapias tradicionais e ainda provocam menos efeitos indesejáveis.

Publicado em:

novembro 21, 2018

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