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Saiba como a atividade física pode “turbinar” o seu cérebro

A prática de exercícios fortalece a saúde do cérebro, além de ser muito benéfica para a saúde do coração e dos músculos do corpo. Além de ajudar a prevenir problemas futuros, os exercícios deixam nossos neurônios mais capacitados para responder aos desafios do dia a dia. Mexer o corpo fortalece tanto a massa muscular quanto a cinzenta.

Estudos científicas apontam que a prática de exercício diminui o risco de comprometimento cognitivo leve em 35% e o de Alzheimer em 51%. Mas não se trata apenas de prevenir doenças. A atividade física aprimora também o funcionamento de um cérebro considerado saudável.

Todas as células nervosas são afetadas positivamente pela prática de exercício físico. Isso porque a prática de qualquer tipo de atividade física deixa o cérebro mais desperto, e sua atividade elétrica mais intensa. Com mais conexões ativas, a mente está mais preparada para aprender.

Além disso, a atividade física estimula diversos setores do cérebro responsáveis pela locomoção, sensação e percepção, gerenciamento de emoções, dentre outros, que são fundamentais para o sucesso nas tarefas diárias. Um cérebro estimulado e ativo é um cérebro mais bem preparado para os desafios do dia a dia: além de dar conta das tarefas com mais velocidade e qualidade, tende a se recuperar mais rápido.

E, como resultado de toda atividade física, há o aumento do fluxo sanguíneo por todo o organismo – inclusive no cérebro. Esse processo permite que sejam criadas novas vias para a sua irrigação, fornecendo a ele mais oxigênio e glicose, substâncias necessárias para o seu bom funcionamento.

 

Habilidades mais aprimoradas pela atividade física

Controle inibitório – É a capacidade de segurar ímpetos irracionais e a de ignorar estímulos irrelevantes enquanto dedicamos atenção ao que interessa.

Flexibilidade cognitiva – Se uma estratégia não está dando certo ou se surgiu um imprevisto, você consegue se adaptar e resolver o desafio.

Memória – Em primeiro lugar, suar a camisa reforça a memória de trabalho, ou a competência em recorrer a informações já registradas quando elas são vitais para uma tarefa qualquer – você entende o fim do livro porque o começo dele está fresquinho na cabeça. Isso sem contar que ajuda a armazenar lembranças de curto e, em menor escala, de longo prazo.

 

Por dentro do cérebro malhado

Aquela história de que o número de neurônios não muda na fase adulta não é correta. Prova disso são as aulas de ginástica, que aumentam a quantidade de células nervosas no cérebro. Além disso, essas unidades passam a receber um aporte sanguíneo extra e ganham ramificações para se comunicarem com eficácia. São mudanças que ajudam a explicar o fato de o sedentarismo ser o terceiro maior fator de risco passível de intervenção para demências, atrás apenas do nível educacional baixo e do tabagismo.

Não podemos desvalorizar os benefícios comportamentais das modalidades esportivas. Disciplina, concentração, resiliência e trabalho em equipe estão entre os valores que auxiliam a sobrepujar desafios mentais.

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Você sabe o que é neuróbica? Saiba como manter sua mente saudável

Você sabia que o cérebro precisa de exercícios para se manter ativo? Assim como nosso corpo necessita de prática de exercícios físicos para ficar sempre em ordem e com disposição, com a nossa mente não é diferente. Portanto, nada melhor do que manter nosso cérebro saudável e ativo.

Tentar ler de cabeça para baixo ou fazer um caminho diferente para chegar do trabalho em casa, embora esquisito, podem ser ótimos exercícios para manter o cérebro em forma.

 

A neuróbica como prática de saúde mental

Ao longo dos anos, o cérebro vai perdendo sua capacidade produtiva e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que chamamos de neuróbica, ou seja, uma ginástica específica para o cérebro que consiste em desenvolver o equilíbrio e uso pleno do cérebro, como as atividades que realizamos diariamente.

A neuróbica é um conceito relativamente recente no qual o objetivo é estimular os cinco sentidos por meio de exercícios, fazendo com que você preste mais atenção nas suas ações e, então, melhore seu poder de concentração e a sua memória. Alguns exercícios praticados ajudam a desenvolver habilidades motoras e mentais que não costumamos ter em nosso dia a dia. Porém, tais habilidades em nada se relacionam com a memória. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo. Tais hábitos, ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável.

O que a neuróbica faz é estimular produção dos hormônios neurotransmissores dopamina, adrenalina e serotonina, o que melhora as conexões entre as células nervosas.

 

Os benefícios da neuróbica

Indicada para melhorar o poder de concentração, memorização, alívio do estresse, coordenação motora, rapidez de raciocínio, estímulo da criatividade, entre muitos outros benefícios, a ginástica cerebral pode ser realizada por pessoas de todas as idades. Os exercícios são simples e fáceis de serem realizados e não precisam de nenhum aparelho. Crianças podem praticar para melhorar a nota, adolescentes que vão prestar vestibular para não dar branco na hora da prova, adultos para aumentar a produtividade em seu ambiente de trabalho e eliminar o stress. É uma ginástica que pode ser feita até mesmo no sofá pelos idosos para manter a mente lúcida e prevenir doenças degenerativas como Parkinson e Alzheimer.

 

Exercícios para treinar nosso cérebro

Confira alguns desses exercícios e dicas que ajudam a memória, o raciocínio lógico e a concentração. Lembrando que, o desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.

1. Quebre padrões de rotina

Fazer atividades rotineiras de maneira diferente é um meio simples de dar um pouco de trabalho ao cérebro. Para isso, vale vestir-se de olhos fechados, escrever com a mão invertida, trocar o relógio de um pulso para o outro, olhar para fotos de cabeça para baixo, mudar o caminho até o trabalho, entre outras ações.

2. Faça atividades de pé e caminhe

Ao realizar atividades do dia a dia que geralmente fazemos sentados, como conversar, ler ou falar ao telefone em pé ou caminhando, estamos aumentando a frequência cardíaca e ativando o cérebro, que passa a ficar em alerta. O cérebro precisa se sentir mobilizado para alguma atividade motora cognitiva, emocional ou social.

3. Respire corretamente

O ritmo da respiração influencia as oscilações elétricas do cérebro, e praticar a respiração correta é uma maneira de normalizar a frequência cerebral. Para isso, é preciso respirar pelo diafragma em vez do tórax, inspirando pelo nariz até encher o abdome e soltando pela boca por um tempo mais longo, até esvaziar.

4. Leia muito

A leitura é um ótimo exercício para o cérebro. Você pode escolher ler jornais, revistas ou livros, mas tenha em mente que quanto mais desafiador for o texto mais treino você dará ao seu cérebro. Como qualquer exercício, comece devagar e vá aumentando a dificuldade aos poucos.

5. Faça associações

Exercício de associação pode ajudar e ainda estimular o cérebro. A associação pode ajudar a resolver casos como o esquecimento de palavras. Geralmente isso acontece com palavras que usamos pouco. Em vez de insistir em lembrar dela, procure um sinônimo, o que acaba exercitando o vocabulário.

6. Utilize jogos cognitivos

Os jogos cognitivos ensinam as pessoas a enxergarem os erros que cometem e servem para medir e desenvolver as capacidades cognitivas e emocionais. Podem ser jogos de tabuleiro, por exemplo, xadrez, jogos individuais de desafio, por exemplo os de encaixe, como Tetris, brinquedos sensoriais que estimulem os sentidos, principalmente para crianças, ou jogos eletrônicos e aplicativos que exercitem memória e estratégia.

7. Aprenda novas línguas e artes

Aprender novas línguas ou artes, como a dança, são atividades que exigem bastante do cérebro: atenção, memória, imaginação, mentalização, além do treinamento de habilidades de socialização, trazendo bem-estar e afastando sintomas de depressão.

8. Estimule o paladar

Coma alimentos diferentes, experimente comidas que nunca provou antes, misture salgados e doces, e crie comidas e gostos peculiares. Isso exercita o cérebro e faz você tentar identificar os ingredientes e sensasões.

9. Converse com as pessoas

Em tempos de smartphones, conversar ainda pode ser uma ótima maneira de treinar o seu cérebro. O desafio é falar sobre temas intrigantes e que gerem debates, como por exemplo política e religião.

10. Escreva algo

A escrita põe você para pensar. Você pode escrever histórias inventadas ou sobre eventos que aconteceram com você.

11. Brinque de “Stop” (com você mesmo!)

Isso é um clássico, não é? O Jogo “Stop” é ótimo para estimular a memória e dá até para jogar mentalmente. Encontre letras ao seu redor (como nas placas dos carros e nomes de ruas) e tente lembrar de coisas que comecem com tais letras, no mesmo esquema do stop (nome, país, cor, objeto, animal, marca etc.).

12. Relembre detalhes do dia a dia

Você consegue lembrar as atividades do seu dia, ou de algum dia da semana passada? A roupa ou o sapato que você usou? O que comeu no almoço? Que compromissos teve no trabalho? Force seu cérebro a lembrar desses detalhes.

 

Que tal começar a praticar agora, tentando trocar o mouse de lado ou trocando a mão que está segurando seu smartphone?

 

 

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Você sabia que mudanças na flora intestinal podem afetar seu cérebro?

Faz todo sentido compreender a função da flora intestinal e a sensacional comunicação entre o cérebro e intestino. Há uma forte conexão entre ambos e, juntos, são peças fundamentais no nosso humor e saúde mental. Especialistas afirmam que um intestino saudável nos conduz à longevidade!

O intestino tem cerca de 100 milhões de neurônios conectados à região cerebral, e diversos estudos apontam o órgão como um dos mais importantes redutos de produção da serotonina (cerca de 90%), neurotransmissor relacionado à sensação de bem-estar e felicidade. Com isso, se o intestino funciona bem, menores serão os riscos de ocorrência de depressão e ansiedade. O intestino possui um papel fundamental no funcionamento mental e emocional, enviando informações diretamente para o cérebro e influenciando nos sentimentos de stress, ansiedade e tristeza, assim como memória e aprendizado.

Estudos demonstram que o intestino é essencial para a imunidade. Aproximadamente 80% das células produtoras de anticorpos estão associadas à mucosa do intestino delgado.

Diante destas referências, os profissionais da saúde e consumidores começam a olhar de maneira diferente para a saúde intestinal. No nosso dia a dia, há diversas maneiras de manter a microbiota intestinal saudável, o que envolve especialmente bons hábitos e boa alimentação:

• Evitar cigarro e bebida alcoólica.
• Manter uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e outros alimentos ricos em fibras e minerais.
• Beber bastante água.
• Praticar atividade física com frequência.
• Consumir suplementos prebióticos e probióticos.

 

O papel das bactérias intestinais

A maior parte das bactérias presentes no nosso intestino são fundamentais para nosso organismo, e nem sempre são nocivas. Essa população de microrganismos é chamada de microbiota. A maioria vive no sistema digestivo, onde existem 300 espécies de bactérias.

A microbiota tem papel decisivo na manutenção da saúde, auxiliando na digestão de alimentos e nos protegendo de infecções. A princípio, nossa relação com essas bactérias é pacífica e proveitosa para ambos os lados: elas conseguem obter nutrientes necessários para sobreviver e, em troca, regulam direitinho nosso organismo.

Nos dias de hoje, começamos a entender como a flora interfere na predisposição a várias doenças, e como ela é capaz de influenciar até no comportamento e nas emoções das pessoas.

Os antibióticos, embora sejam fundamentais para controlar infecções, podem estar ajudando a criar novos problemas. A perda da diversidade da microbiota no nosso corpo cobra um preço terrível e prejudica nosso futuro.

 

O intestino e a depressão

A depressão é amplamente atribuída a uma diminuição na serotonina. O que impressiona é que apenas 5% da serotonina do corpo é armazenada no cérebro, sendo que os outros 95% são armazenados no intestino. Não é surpresa que o intestino esteja mais ligado à depressão do que a gente imagina. Pesquisas continuam sendo realizadas em busca de respostas para este problema.

 

O intestino e a ansiedade

Pesquisadores descobriram que jovens adultos que consomem probióticos têm menos sintomas de ansiedade social. Para tanto, é provável que os probióticos sejam favoráveis às mudanças no trato gastrointestinal, que influenciam a ansiedade.

 

O intestino e a prática de esportes

Evidências revelam que um desequilíbrio no intestino pode afetar o desempenho no esporte. Isso acontece por conta de uma má absorção de vitaminas e minerais essenciais para atletas, como no caso da vitamina B6 e do zinco.

A vitamina B6 é fundamental para a construção e regeneração do tecido muscular, assim como o zinco, que auxilia no crescimento dos músculos, além de atuar como antioxidante no combate aos radicais livres, compostos que podem prejudicar a recuperação muscular.

 

Mas é possível prevenir e reverter o desequilíbrio na microbiota intestinal?

A resposta é sim. A flora pode ser modulada para que as bactérias do bem vivam e sejam benéficas. E isso é obtido, em parte, via alimentação, quando se investe nos probióticos e prebióticos.

Probióticos

Para reforçar a saúde da microbiota intestinal também é recomendável ingerir diariamente alimentos com probióticos – termo que tem origem grega, e significa “para a vida”. Probióticos são microrganismos vivos que, quando consumidos em quantidades adequadas, conferem efeitos benéficos ao hospedeiro.

O campo de estudos de intervenções na flora intestinal avançou nos últimos anos e já podemos atenuar doenças relacionadas alterando a nossa microbiota. Recorrer a bactérias das classes dos lactobacilos e bifidobactérias já é uma alternativa para abrandar a síndrome do intestino irritável, por exemplo.

Prebióticos

É muito importante para a saúde intestinal a ingestão dos probióticos. Entretanto, não podemos esquecer também de alimentar a flora intestinal. Essa é a função dos prebióticos, que são ricos em fibras solúveis. Tais componentes nutrem as bactérias, e elas, por sua vez, agradecem devolvendo vantagens ao nosso corpo.

 

Para existir saúde plena, o intestino tem que funcionar bem

Como se vê, a investigação do eixo intestino-microbiota-cérebro é bem atual e muito promissora. A saúde mental não fica só na cabeça e, finalmente, a ciência está nos dando provas concretas disso. As pesquisas são animadoras no sentido de revolucionar os tratamentos para uma série de fatores relacionados. Ali no intestino está o nosso segundo cérebro e, possivelmente, umas das chaves para o sucesso do nosso bem estar mental e emocional!

 

Prebiótico Olix 95

Publicado em:

novembro 7, 2018

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