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Diabetes: Sinais de alerta

O Diabetes Mellitus é uma doença silenciosa que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, e que se não tratada, pode ter consequências catastróficas para a saúde, podendo levar a morte. Dados da Federação Internacional de Diabetes – IDF em 2017 demonstram que, 425 milhões de pessoas vivem com diabetes e 374 milhões com pré-diabetes em todo o mundo.

Este mesmo estudo, estima que 12,5 milhões de pessoas já eram diabéticas no Brasil. Considerando que essa é uma doença crônica e progressiva, estima-se que neste mesmo período mais de 16,8 milhões de brasileiros tenham desenvolvido o estágio inicial desta doença, mas apenas 1/3 destes pacientes foram diagnosticados. Apesar disso, 42% das pessoas não sabe o que é a condição e quais são suas consequências.

Dados atuais (Atlas IDF 2019), estimam que o Brasil é o país com maior número de pessoas Diabéticas na América Latina, estima-se que 1 em cada 9 pessoas entre 20 a 79 anos tem diabetes, sendo o Brasil o 5° país no mundo em número de pessoas diabéticas. Entre 2010 e 2016, o diabetes já vitimou com óbitos 406.452 pessoas em território nacional.

De acordo com a IDF (Federação Internacional do Diabetes), em 2035 o número de diabéticos ao redor do mundo pode chegar a 592 milhões caso a doença não seja controlada.

Esse crescimento constante do Diabetes está associado a uma série de fatores sejam genéticos ou relacionados aos maus hábitos no estilo de vida de cada indivíduo.

 

Entendendo o Diabetes

O diabetes mellitus é um distúrbio metabólico que surge das interações complexas entre múltiplos genes e fatores ambientais ou de estilo de vida. Esta doença crônica é caracterizada pela presença de hiperglicemia devido a secreção defeituosa de insulina, ação da insulina ou ambos.

A insulina é um hormônio produzido pelas células β pancreáticas e é responsável pelo controle da glicose sanguínea, permitindo a entrada da glicose para o tecido muscular e adiposo onde é convertida em energia

Nos estágios iniciais da doença, o corpo passa a não reconhecer a insulina produzida, ou reconhecê-la parcialmente, o que faz com que células β produzam mais insulina para suprir o déficit de glicogênio.

As células β, porém, começam a falhar, e a falta de insulina faz com que o corpo não consiga regular os níveis de glicose sanguínea. Como consequência, há falta de energia nas células e excesso de açúcar no sangue.

As duas principais formas desta síndrome resultam ou da falta de hormônio regulador do metabolismo “insulina” (diabetes tipo 1), ou porque os tecidos do corpo não respondem à insulina (diabetes tipo 2). A maioria ou 90% dos pacientes com diabetes têm Diabetes Tipo 2.

O diabetes a longo prazo está associado a várias comorbidades, como disfunção erétil, cegueira, má cicatrização de feridas, insuficiência renal, doença cardíaca, etc. Como resultado de consideráveis danos, à disfunção e falha de vários órgãos são desenvolvidas à medida que a doença progride.

 

Pré-Diabetes

O termo pré-diabetes foi desenvolvido pela Associação Americana de Diabetes (ADA) há alguns anos, como estratégia de conscientização da população e prevenção do diabetes tipo 2. O Pré-diabético está em um estágio intermediário entre uma pessoa considerada saudável e um diabético, sendo portanto, um sinal de alerta para o desenvolvimento da doença.

Alguns exames podem ser realizados para diagnosticar o pré-diabetes. A condição é definida por 3 parâmetros específicos:

• Glicemia de jejum alterada: definida pela glicemia de jejum entre 6,0 e 6,9 mmol/L (100 a 125 mg/dl);
• Tolerância à glicose diminuída: definido pelo teste oral de tolerância à glicose (OGTT), glicemia medida 2 horas após a ingestão de 75 gramas de glicose anidra entre 7,8 e 11,0 mmol/L (140– 199 mg/dl);
• Hemoglobina Glicada (HbA1c): entre 5,7% e 6,5.

Infelizmente, muitos pacientes quando descobrem o diagnóstico pré-diabetico, não enxergam ali uma oportunidade para que a doença não progrida e só haverá consciência da magnitude da doença em si quando ela estiver instalada.

De acordo com a SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), 50% das pessoas com diagnóstico de pré-diabetes irão desenvolver a doença no futuro.

 

Sinais de alerta para o Diabetes

Além dos fatores genéticos e os maus hábitos, existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento do Diabetes Mellitus Tipo 2. São eles:

• Diagnóstico de pré-diabetes;
• Hipertensão;
• Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides sanguíneos;
• Sobrepeso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;
• Pais, irmãos ou parentes próximos com diabetes;
• Doenças renais crônicas;
• Mulheres que deram à luz crianças com mais de 4kg;
• Diabetes gestacional;
• Síndrome de ovários policísticos;
• Diagnóstico de distúrbios psiquiátricos – esquizofrenia, depressão e/ou transtorno bipolar;
• Apneia do sono;
• Uso de medicamentos da classe dos glicocorticoides.

 

Prevenção do Diabetes

A melhor maneira de prevenir o diabetes é lidando com o quadro pré-diabético e impedindo uma possível evolução da doença.

A mudança do estilo de vida, com a prática de atividades físicas e com a reeducação alimentar gerará uma consequente perda de peso o que pode reduzir o avanço do diabetes. Em alguns casos o tratamento farmacológico pode ser indicado, reduzindo ainda mais as chances de desenvolvimento da doença. Os nutracêuticos podem representar uma alternativa complementar ou combinada aos medicamentos prescritos no tratamento de pré-diabetes.

 

Os benefícios à saúde dos flavonóides derivados de cítricos no pré-diabetes

Muitas pesquisas têm sido realizadas sobre a eficácia de flavonóides derivados de cítricos na redução da hiperglicemia, dislipidemia, resistência à insulina e processos inflamatórios sistêmicos, auxiliando assim no gerenciamento da pré-diabetes inter-relacionada às preocupações com a saúde do indivíduo. Embora estudos individuais sobre a promoção da saúde através dos benefícios dos flavonóides de cítricos foram conduzidas no passado, ficou claro que a estratégia terapêutica mais eficaz seria abordar os muitos sistemas fisiológicos que interagir para melhorar a resistência à insulina e captação de glicose em tecidos periféricos.

 

ERIOMIN ™ – Tripla ação no gerenciamento da hiperglicemia e reversão do pré-diabetes

ERIOMIN™ é um princípio ativo desenvolvido por uma empresa norte-americana e é capaz de gerenciar os níveis de glicose sanguínea e reverter o quadro pré-diabético.

ERIOMIN™ é um blend patenteado de flavonoides cítricos com tripla ação atuando diretamente no gerenciamento da hiperglicemia, na manutenção dos níveis normais da inflamação e no aumento da capacidade antioxidante. ERIOMIN™ possui estudos clínicos que comprovam a sua capacidade de reversão do pré-diabetes em 25% dos pacientes.

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*ERIOMIN™ é importado e distribuído exclusivamente pela Vepakum Farma.

 

American Diabetes Association. Classification and diagnosis of diabetes. Diabetes Care. 2019 Jan; 42 (Supplement 1): S13-S28.

Centers for Disease Control and Prevention. National Diabetes Statistics Report, 2020. Atlanta, GA: Centers for Disease Control and Prevention, U.S. Dept of Health and Human Services; 2020.

Ribeiro CB, Ramos FM, Manthey JA, Cesar TB. Effectiveness of EriominTM in managing hyperglycemia and reversal of prediabetes condition: A double‐blind, randomized, controlled study. Phytotherapy Research. 2019;33: 1921–1933. https://doi.org/10.1002/ptr.6386

oleaginosas

Conheça as oleaginosas e seus benefícios

Conhecidas por ser um grupo de alimentos muito saudável, rico em proteínas, gorduras insaturadas, vitaminas e minerais, as oleaginosas não podem ficar de fora da nossa dieta. Algumas delas se destacam por proteger ainda mais o sistema cardiovascular. Parte desses alimentos são especialmente ricos em gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas, nutrientes que agem de forma positiva nos níveis de lipídios sanguíneos. Manter os níveis adequados desses lipídios, como o colesterol, é fundamental para reduzir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

Estudos científicos demonstraram propriedades benéficas para à saúde através da ingestão regular das oleaginosas, como por exemplo, castanha do pará, amêndoas, nozes, pistache, avelã, amendoim, pinhão.

Mesmo com todos esses benefícios, é preciso ter cuidado na hora de consumir as oleaginosas. Por serem fontes de gordura, esses alimentos são altamente energéticos e, em grande quantidade, podem contribuir para o aumento da ingestão energética diária, ocasionando ganho de peso.

 

Evidências científicas atuais sobre o consumo regular das oleaginosas

– Ação antioxidante:
Excelente fonte de vitamina E, selênio, ômega 3 e polifenóis (Taninos). Possuem ação contra a produção de radicais livres. Quando torradas ou cozidas aumentam a quantidade de polifenóis.

– Redução do Risco de doenças cardiovasculares:
Estudos mostram relação inversa ao consumo de oleaginosas e doenças cardiovasculares e aterosclerose, pela redução da oxidação da LDL colesterol e do colesterol total.

– Diabetes tipo 2 e Resistência à insulina:
Relação inversa entre o consumo de oleaginosas e o risco de desenvolver diabetes tipo 2. Estudos apontam efeitos de redução na glicemia e na insulina.

– Controle do peso:
Apesar de apresentarem alta densidade energética, estudos epidemiológicos mostraram relação inversa entre o consumo frequente das oleaginosas e o índice de massa corporal (IMC).

– Excelente para as mulheres:
Proteção da pele, unha e cabelo, pela ação antioxidante e retardo do envelhecimento celular, propriedades da Vitamina E e selênio. Reduz os sintomas da TPM pelas concentrações de Magnésio

Lembrando que nenhum alimento ou nutriente tem ação sozinho, precisa fazer parte de um estilo de vida saudável através de alimentação equilibrada\ variada\ colorida e prática regular de exercícios.

Confira agora a lista de oleaginosas que são campeãs na promoção a saúde

 

Nozes

As nozes são as mais recomendadas para uma dieta saudável por conter o mais alto nível e a melhor qualidade de antioxidantes, substâncias que estimulam a dilatação dos vasos sanguíneos, o que minimiza os riscos de entupimento das artérias. Segundo estudos, um punhado de nozes contém duas vezes mais antioxidantes que uma mesma quantidade de castanha, amêndoa, amendoim, pistache, avelã, castanha-do-pará, castanha de caju, macadâmia ou noz-pecã. A pesquisa também concluiu que os essas substâncias encontradas em nozes são entre duas a 15 vezes mais poderosas do que os antioxidantes da vitamina E, também conhecida por esse benefício.

Quantidade recomentada por dia: até cinco unidades.

 

Castanha

Um levantamento conduzido pela Universidade Loma Linda, nos Estados Unidos, sugere que a ingestão diária de 67 gramas de castanhas, o que dá aproximadamente dois punhados, reduz o LDL – o mau colesterol – em 7,4%. As concentrações de triglicérides chegaram a cair até 10%. Isso acontece graças à grande quantidade de gorduras monoinsaturadas que esse alimento fornece ao organismo.

Quantidade recomendada por dia: duas a três unidades.

 

Castanha do Pará

Essas oleaginosas típicas da Floresta Amazônica são fonte de fósforo e potássio, minerais essenciais para equilibrar o ritmo dos batimentos cardíacos e evitar arritmias. Além disso, a castanha do Brasil, ou castanha do Pará, é a oleaginosa que contém a maior quantidade de selênio, mineral que diminui a viscosidade do sangue e facilita a circulação e o transporte de nutrientes pelo sistema cardiovascular. Entretanto, não é recomendável exagerar.

Quantidade recomentada por dia: duas a três unidades

 

Pistache

Comer diariamente pistache faz bem à saúde do coração. Isso porque essa oleaginosa reduz o colesterol ruim (LDL) e ajuda na proteção do organismo contra radicais livres, pois tem efeito antioxidante. O pistache contém fitoesteróis em quantidades suficientes para melhorar a saúde do organismo, fazendo com que se evite um eventual entupimento das veias pelo mau colesterol.

Quantidade recomentada por dia: 30 gramas por dia (aproximadamente uma xícara de chá).

 

Castanha de caju

Fonte de minerais, como ferro, cálcio, fósforo e sódio, e de gorduras insaturadas, essa parte do caju contém um aminoácido chamado argimino, que alarga as artérias e assim diminui a pressão sanguínea, protegendo todo o sistema cardiovascular. A castanha de caju contém grande quantidade de gorduras insaturadas que aumentam os níveis de colesterol bom, o HDL, no sangue.

Quantidade recomentada por dia: três unidades.

 

Avelã

Essa oleaginosa contém uma grande quantidade de gorduras monoinsaturadas, que combate o colesterol ruim, o LDL, no sangue. Para fazer uma comparação, ela possui o dobro desse ácido graxo em relação à castanha de caju. Além disso, a avelã é fonte de magnésio e vitaminas do complexo B que servem como antiinflamatórios que protegem o coração.

Quantidade recomentada por dia: quatro unidades.

 

Amêndoa

Rica em proteínas, que correspondem a aproximadamente 20% de sua composição, a amêndoa também é fonte de vitaminas E e B1, cobre, zinco, magnésio, proteínas, fibras e gorduras monoinsaturadas, que podem diminuir os níveis de colesterol ruim no sangue. Estudos comprovam que essa combinação de nutrientes contidos na amêndoa pode diminuir o risco de doença cardíaca.

Quantidade recomentada por dia: 10 a 12 unidades.

Medidor de glicose

Síndrome metabólica: saiba como se prevenir

De uns tempos pra cá, vem se falando cada vez mais sobre síndrome metabólica. Mas você sabe o que é isso?

Síndrome metabólica é o nome dado a um conjunto de doenças que, quando associadas, aumentam muito o risco de desenvolver problemas cardiovasculares.

De acordo com os pesquisadores, as causas da síndrome metabólica são, basicamente, dieta desequilibrada e sedentarismo. Não por acaso, muitas vezes o quadro de síndrome metabólica está relacionado com a obesidade.

Aqui no Brasil, o Consenso Brasileiro sobre Síndrome Metabólica estabelece que o diagnóstico do problema pode ser feito sempre que o paciente apresentar três ou mais fatores de risco. São eles:

* Glicose alterada – glicemia em jejum na faixa de 100 a 125, ou glicemia entre 140 e 200 após administração de glicose;
* Hipertensão arterial – pressão sistólica maior que 130 mmHg e pressão diastólica maior que 85 mmHg;
* Níveis baixos do colesterol bom (HDL) – abaixo de 40 mg/dl em homens e de 50 mg/dl em mulheres – e elevados do colesterol ruim (LDL);
* Aumento dos níveis de triglicérides – maior que 150 mg/dl;
* Obesidade, especialmente na região abdominal, a chamada gordura visceral – circunferência da cintura superior a 88 centímetros na mulher e 102 centímetros no homem;
* Ácido úrico elevado;
* Microalbuminúria, ou seja, a perda de proteína através da urina.

O grande risco da síndrome metabólica é a falta de sintomas. Isso porque quase todos os problemas citados acima são silenciosos e causam pouco ou quase nenhum mal-estar no paciente. No entanto, todos eles são fatores de risco para doenças cardiovasculares graves, como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais, por exemplo, além de diabetes tipo 2 e insuficiência renal.

Embora estime-se que as manifestações sejam mais frequentes após os 50 anos, é prudente começar a monitorar os fatores de risco já a partir dos 30.

Como se prevenir
Mudanças no estilo de vida e na alimentação são fundamentais para evitar a síndrome metabólica. Além disso, é importante controlar o peso, fazer exercícios físicos, não fumar, procurar um médico regularmente para fazer os exames de rotina e controlar os níveis de açúcar e gordura no sangue.

Caso a pessoa já se encaixe em algum dos fatores de risco, o médico poderá orientar sobre a melhor forma de tratá-lo, podendo ser necessária a administração de medicamentos, dependendo da situação.

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Publicado em:

março 25, 2020

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